POR: ASCOM/PCMA
A Polícia Civil do Maranhão realizou, nesta quinta-feira (5), três prisões distintas na Região do Vale do Pindaré, durante ações policiais nos municípios de Monção e Santa Luzia do Paruá. As ocorrências envolveram o cumprimento de dois mandados de prisão preventiva relacionados a investigações de crimes praticados nos estados de Mato Grosso e Tocantins, além de um mandado de prisão civil por inadimplência de pensão alimentícia.
Em Monção, policiais civis da Delegacia de Polícia do município, com apoio de equipes da 7ª Delegacia Regional de Santa Inês, cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um homem de 36 anos, investigado pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal. O suspeito é investigado por uma suposta violência sexual contra a própria sobrinha, uma criança de 10 anos, no estado de Mato Grosso.
A investigação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Lucas do Rio Verde (MT). Após a expedição do mandado pela 2ª Vara Criminal daquela comarca, o investigado foi localizado no povoado Vila da Paz, zona rural de Monção.
Já em Santa Luzia do Paruá, os agentes de segurança cumpriram um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por ameaçar reiteradamente duas vítimas de estupro de vulnerável. A ação foi realizada pela Delegacia de Polícia Civil do município, com apoio da 7ª Delegacia Regional de Santa Inês e do Grupo de Capturas da Superintendência Regional da Polícia Federal no Maranhão.
Segundo as investigações, as ameaças teriam ocorrido entre março e agosto de 2024, no município de Augustinópolis, no Tocantins. O objetivo seria intimidar as vítimas e impedir que colaborassem com a Justiça em um processo criminal envolvendo o irmão do investigado, suspeito de estupro de vulnerável contra uma menor de idade. A prisão preventiva foi decretada diante dos indícios de intimidação e do risco de comprometimento da instrução criminal.
Ainda em Monção, a Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão civil contra um homem em razão do não pagamento de pensão alimentícia. A ordem judicial foi expedida pela Vara Única da Comarca de Monção, em um processo de execução de alimentos.
Conforme informações do processo, a dívida acumulada alcançava R$ 17.338,21, em 25 de setembro de 2026. Diante do descumprimento da obrigação alimentar, a Justiça determinou a prisão civil pelo prazo de três meses.
Após o cumprimento dos mandados e a realização dos procedimentos legais, os presos serão encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.











